segunda-feira, 28 de junho de 2010

Meu coração é verde-amarelo.




Eu me orgulho de ser brasileiro. Eu tenho orgulho de ter nascido aqui!
Não estou falando isso só pelo fato de estarmos indo bem na copa não. Pelo contrário. Se estivéssemos indo mal eu tb teria o mesmo orgulho.
Eu nasci num país onde a amizade, beleza e pacificidade são caratecísticas latentes. Temos uma liberdade iingualável, somos pioneiros em várias coisas, temos o dom de fazer bem o que nos mata, temos a felicidade encrustada na nossa alma.
Somos de um país que o mundo está aprendendo a respeitar, ouvir e perguntar o que acha. Podemos não ser muito ainda. Mas eu tenho fé.
Eu tenho fé no Brasil.

segunda-feira, 21 de junho de 2010



"Andar com fé eu vou que a fé não costuma falhar.."

Vamo, meu São Jorge!!!!

sábado, 19 de junho de 2010


Tudo vai dar certo.


quinta-feira, 17 de junho de 2010

Vuelos...


Toda vez que vejo algo sobre ditadura, mortes e genocídio me dá uma espécie de revolta que verdadeiramente não sei explicar... Algo meu. Sempre quis ter vivido essa fase. Eu naturalmente gosto de política. Isso costumo gritar aos 4 cantos..
Mas muitas vezes costumamos colocar a ditadura brasileira como ápice de crueldade e tudo mais..não sei se é verdade. Toda ditadura é cruel e má. Cruel. Essa realmente é a palavra...
Estava ouvindo uma música de uma banda argentina que estou ouvindo bastante a famosa la bersuit vergarabat, que por sinal tem um som chamado vuelos.. Que se não me engano é uma letra baseada em um livro que falava sobre a ditadura argentina e suas nuances, ações e tudo mais... E quando se fala em ditadura portenha, é quase que automático a referencia das MADRES DE LA PLAZA DE MAYO. Com certeza o mundo as tem como referencial de resistência, luta e amor. Como leoas defendiam a liberdade e cobravam aos Generais o que tinha ocorrido com seus filhos.
Realmente aqui no Brasil a ditadura não tomou caminhos diferentes.. Sempre eram os mesmos artifícios, sempre as mesmas artimanhas, desculpas e inércias..Porém, aqui mesmo não me lembro de um grupo tão forte como esse. Prá ser sincero acho que como elas apenas os caras-pntadas.
Enfim... esse post tem muita explicação não... Apenas é um post de reconhecimento da minha parte. Sei que num sou ninguém, mas sinceramente, elas são foda.
Mulheres de coragem mesmo... Peitaram uma ditadura, generais, mídias, um mundo alheio pelos seus filhos e país.

Reconheço e admiro-as.

LAS MADRES DE LA PLAZA DE MAYO.

Y QUE SEA LA ÚLTIMA VEZ QUE EL MUNDO TENGA UN GENOCÍDIO MILITAR.

LA ÚLTIMA.



Vivamos!!!


"Vivamos porque, a vida é bela demais...
Vivamos porque por mais que devamos viver o hoje, tem coisas que só entenderemos amanhã..
Vivamos porque intrínsecamente sabemos que somos felizes,
e que quando não sabemos disso, ela dá um jeitinho prá mostrar que sim..
Vivamos. Vivamos porque muitas vezes o certo é apenas adotar o certo...
Vivamos nós, afinal de contas, a felicidade pode estar em alguém..
Viva você, pois gostar de si próprio é o começo da palavra "viver".
Vivamos pois realmente não há nada difícil...
e se há, sempre há um atalho no caminho.
Enfim, vivamos, afinal de contas, viver é só viver."

Acredita..


"Deja pasar 
esta falta de fé,
este disco rayado que hoy 
tiene sólo
cara B."
Cara b- Jorge Drexler




quarta-feira, 9 de junho de 2010

Versinho...

"É tão bonito quando a gente pisa firme
Nessas linhas que estão nas palmas de nossas mãos
É tão bonito quando a gente vai à vida
Nos caminhos onde bate, bem mais forte o coração"


Luís Gonzaga Júnior

terça-feira, 8 de junho de 2010

O último romance e uma interpretação a ela... à ela.


O Último Romance
(Rodrigo amarante)
Eu encontrei-a quando não quis mais procurar o meu amor.
E o quanto levou... foi prá eu merecer. Antes um mês, eu já nem sei...
E até quem me ver lendo o jornal na fila do pão, sabe que eu te encontrei.
E ninguém dirá, que é tarde demais, que é tão diferente assim. Do nosso amor, a gente é quem sabe, pequena...

Ah, vai... e me diz o que é o sufoco, que eu te te mostro alguém afim de te acompanhar..
E se o caso for de ir à praia eu levo essa casa numa sacola...

Eu encontrei-a e quis duvidar: Tanto clichê... "-Deve não ser."
Você me falou prá eu não me preocupar, ter fé e ver coragem no amor.
E só de te ver eu penso em trocar a minha tv num jeito de te levar à qualquer lugar que vc queira e ir aonde o vento for. Que prá nós dois sair de casa já é se aventurar...

Ah... vai e me diz o que é o sossego que eu te mostro alguém afim de te acompanhar.
E se o tempo for te levar, eu sigo essa onda e pego carona prá te acompanhar...



Chega a ser impressionante como essa letra tem impacto.
Inicialmente parece-nos a história de um velhinho que encontra o seu último amor. Mas vamos pegá-la, com essa idéia, e destrinchá-la verso a verso.

(Eu encontrei-a..)-- Estava ele só, pelo jeito já de costume, só. Já adequado a estar assim. E de certa forma vivendo com a solidão como companheira.. Quando de repente o amor o pega.
(e o quanto levou)-- E pensando exatamente nesse fato de de repente ser pego pelo amor novamente e imaginado o tempo o qual ficou só, ele pensa que se antes, se não tivesse passado por tudo o que haveria sido aquele tempo só, talvez não teria dado a suma importância que esse amor deveria.
(e até quem me ver..)-- Sua felicidade é tanta que naquele rosto cansado, mesmo cansado, é perceptível a alegria daquele ser em estar apaixonado. E nem sequer ter vontade de esconder o seu estado..
( e ninguém dirá...)-- Percebe-se aí, o velhinho descartando certas dificuldades, coisas do tipo filhos perguntando: "- Mas pai nessa idade???". E querendo mostrar a ela que a idade é algo irrisório, perto daquele amor. E que só eles dois sabem a intensidade daquela emoção...
(ahh, vai e me diz..)-- Demonstrando toda a sua capacidade de companheirismo o velhinho diz prá ela que qualquer forma de sufoco, ou problema que eles tenham, ele vai estar ali prá ampará-la e sofrer junto. E que caso ela precisar ir à praia prá tentar espairecer ou algo do tipo, caminhar, ele fará o que for preciso prá ela se sentir bem, levando o que for preciso, por isso "levo essa casa numa sacola".
(Eu encontrei-a e quis duvidar..)-- Ele a encontrou numa situação tão parecida com a de outras paixões que em nada deram, que ficou um tanto incrédulo e ficou na dúvida se ali era o amor da vida dele.
(você falou...)-- Sua amada, mas crente naquele momento, daquele amor, o diz que tenha fé (coisa de velho. O famoso: "fulano, tenha fé!!"), e que veja coragem no amor e que prossiga.
(E só de te ver...)--Uma confissão do velho. Que de tão apaixonado por sua velhinha, ele deixaria o ritmo de vida dele, paradão, prá tentar conhecer coisas novas e fazer coisas que nunca havia feito com ninguém. E que naquela condição, já velhos, e por tal estado de espírito, apaixonados, prá eles sairem de casa já era uma grande odisséia...
(ah.. vai e me mostra o que é o sossego..) -- Pede a ela que o mostre o sossego de amar em paz...
(e se o tempo for..)--E que se um dia a vida a tire dele, por mais próximo que esteja, ele vai esperar a morte também com um único desejo: o de encontrá-la novamente e de continuar essa história de amor.


Lindo, não????


Lembrando que essa foi uma interpretação pessoal, ou seja, não sei se o autor queria dizer exatamente isso.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

terça-feira, 4 de maio de 2010

Simplesmente uma jóia...

Meu coração sem direção
Voando só por voar
Sem saber aonde chegar
Sonhando em te encontrar
E as estrelas que hoje eu descobri no seu olhar
As estrelas vão me guiar

Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vivesse na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vim
Dentro do meu coração

Hoje eu sei
Eu te amei
No vento de um temporal
Mas foi mais
Muito além
Do tempo de um vendaval
Dos desejos num beijo
Que eu jamais provei igual
E as estrelas dão um sinal

Se eu não te amasse tanto assim
Talvez perdesse os sonhos
Dentro de mim
E vivesse na escuridão
Se eu não te amasse tanto assim
Talvez não visse flores
Por onde eu vim
Dentro do meu coração

Paulo Sergio Valle/ Herbert Vianna

uma letra simplesmente sublime... De todo um apelo emocional incrível..
Realmente e sinceramente não existem palavras para caracterizar essa canção... Provo à vcs com esse link:


Herbert Vianna cantando-a para sua (na época) recém-falecida esposa.




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